atiro uma pedra,
na janela do poeta,
que outrora veio à mim.
e desejo que o mesmo,
me veja do vidro na janela,
e pergunte “quem é ela que me pertuba assim?”
me sento e espero,
que desça da torre,
aqueles olhos de marfim.
e, quando ouve minha voz, sorri,
abre os braços e me procura no ar,
dizendo “te quero comigo até o fim”.
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